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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Desbravando Duna - Missão 001 (parte 13): Rumo a Ike


Ano 2 - Dia 38


A tripulação do Marrento I se prepara para partir em direção a Ike, após duas semanas de planejamento. Além de Teodorico, que irá comandar a missão, já que Tony ainda se recupera do braço quebrado, também irá a cientista Ariana Kerlemos, super empolgada por finalmente poder colocar o pé em algum lugar.


O Marrento I se desconecta da NKI Hiperbólica, fazendo as últimas checagens. O módulo de pouso foi reabastecido com combustível da nave, e deve conseguir chegar até Ike e retornar sozinho.


Teodorico dá uma última olhada na nave que foi o seu lar durante os últimos meses. É impossível não se deixar contagiar com a empolgação da colega de missão, principalmente depois da difícil tarefa de convencer o controle da missão em Kerbin a permitir essa excursão não planejada.


O Marrento I começa a acelerar, se distanciando da Hiperbólica.


Em pouco temo o módulo alcança a aceleração máxima rumo à lua de Duna.


Durante as horas de transferência entre a órbita baixa onde se encontra a Hiperbólica e a esfera de influência de Ike, Teodorico permite que Ariana tome o seu lugar na janela de observação. Ele não sabe bem se a kerbonauta está fazendo observações científicas ou só admirando a lua de Duna.


Em pouco tempo o Marrento I se aproxima de Ike. É uma viagem bem mais curta do que aquela entre Kerbin e Mün, da qual Ted participou com Severino.


Teodorico volta a tomar o lugar do piloto e dá uma última olhada no seu alvo antes de girar a nave para as manobras de captura.


O Marrento I desacelera até ser capturado em uma órbita estável ao redor de Ike.


Após uma volta ao redor da lua, Duna aparece no horizonte. Um dos problemas com essa missão não planejada é a falta de um satélite de comunicação. O Marrento I depende da Hiperbólica para o contato com Kerbin, e para isso é preciso que tanto o módulo quanto a nave estejam do lado certo de suas órbitas.


Após algumas checagens, Ted escolhe o local do pouso e começa a desacelerar o módulo para a descida. Felizmente Ike fica sempre com a mesma face virada para Duna, de modo que, enquanto estiverem na superfície, os kerbonautas só terão que se preocupar com a posição da Hiperbólica em sua órbita ao redor de Duna.


Outra vantagem disso, é claro, é a ótima vista. Devido à proximidade da lua com seu planeta-mãe, Duna aparece bem grande no céu de Ike.


Alguns minutos depois, o Marrento I pousa suavemente no solo escuro de Ike.


As primeiras palavras da superfície de Ike são os gritos de euforia da Ariana.


Teodorico ensina a colega a utilizar os equipamentos de comunicação. A Hiperbólica permanecerá ao alcance do rádio por mais alguns minutos, de modo que há tempo para um passeio na superfície. Por questões de segurança, os kerbonautas devem ficar dentro do módulo quando estiverem incomunicáveis.


Mas Teodorico aproveita a oportunidade para se tornar o primeiro kerbrasileiro a pisar em Ike.


Como não podia deixar de ser, o kerbonauta finca a bandeira do seu amado país, enquanto profere suas históricas primeiras palavras em Ike: "Chupa, Severino!"

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