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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Colonização Jooliana - Missão 002 (parte 1): A partida do Insustentável


Ano 1 - Dia 265

Está pronto para decolar uma nova missão rumo a Jool. A primeira, criativamente nomeada "Missão Jool I", ainda encontra-se a mais de 100 dias da chegada no gigante gasoso, mas uma nova janela de lançamento se abriu e o doutor Kerbraga não quis perder a oportunidade.


O foguete é uma mistureba de peças reaproveitadas. Além do casulo padrão, que protege a novíssima sonda experimental que pousará em Laythe, a lua mais próxima de Jool, temos um tanque orbital de combustível semelhante ao Posto Minmus I, e o foguete que levará o equipamento até a órbita é basicamente o primeiro estágio de um Hecatombe I.


A subida ocorre sem incidentes. O modelo de foguete não é o mais eficiente, por ser um estágio único, mas cumpre o trabalho.


O Insustentável I se desconecta do foguete, que se prepara para o retorno a Kerbin. Vocês podem notar que o Insustentável I nada mais é que um tanque orbital acoplado em um casulo protetor, e que os quatro pequenos motores certamente não são suficientes para enviar a nave até Jool. Bom, vamos chegar nesse ponto depois.


Primeiro, vamos acompanhar a descida do foguete. Apesar desse estágio único não ser muito eficiente, ele tem a vantagem de ser completamente reaproveitável.


Por controle remoto, a nave pousa em segurança no centro espacial e poderá ser utilizada novamente em outra missão. Essa é uma vantagem tão grande que apenas três destes estágios foram construídos. Um deles foi destruído no pouso, mas os outros dois já cumpriram várias missões. O engenheiro Jeremias Kruz pensa em desenvolver um modelo inspirado neste estágio, um pouco mais eficiente e especificamente projetado para pousar no centro espacial depois das missões.


Bom, eu havia dito que o Insustentável I, como o seu nome indica, não tem capacidade de chegar sozinho até o seu objetivo. É aí que entra um dos foguetes Hecatombe I que estavam acoplados no Posto Minmus I. Esse foguete foi reabastecido com combustível produzido na base Arcádia e está pronto para voltar à ativa.


O foguete se desacopla do Posto Minmus I. Notem que o "Porretão", o foguete-tanque que traz combustível da superfície de Minmus ainda se encontra acoplado, assim como outro foguete Hecatombe I.


O Hecatombe acelera para escapar da influência de Minmus e retornar à órbita de Kerbin.


Várias horas depois, a nave desacelera para circularizar a sua órbita e se aproximar do Insustentável I.


A nave faz os últimos ajustes na trajetória para interceptar o Insustentável.


Finalmente as duas naves se acoplam. Não é a configuração ideal, porque o Hecatombe só tem uma porta de acoplagem grande na parte de trás, então ele terá de rebocar o Insustentável I, ao invés de empurrá-lo.


 A nave parte em direção a Jool. É uma longa queima de combustível para os fracos motores nucleares. A vantagem da configuração de "reboque" é a estabilidade: a nave não balança tanto, e nem ameaça se partir ao meio durante a aceleração. Por outro lado, o casulo protetor fica chamuscado e contaminado pela radiação dos motores, o que seria um enorme problema se fosse uma missão tripulada. Como a sonda é totalmente robótica, não há problema.

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