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sábado, 10 de agosto de 2013

Desbravando Duna - Missão 001 (parte 1): Um lançamento épico


Ano 1 - Dia 281

Chegou finalmente a hora da missão mais ousada já colocada em prática pelo centro espacial kerbrasileiro: uma viagem tripulada a outro planeta! Tudo bem que o planeta em questão será Duna, o vizinho mais próximo de Kerbin e o mais fácil de se visitar, de acordo com os cálculos dos engenheiros locais, mas mesmo assim será uma baita realização!


O primeiro passo dessa missão épica será dado por esse trambolho enorme, o foguete Baleia I. É o maior foguete já construído no centro espacial, e espera-se que seja em breve o maior foguete já colocado em órbita.


Apesar das suas dimensões exageradas e da quantidade ridícula de combustível altamente explosivo em seus tanques, o foguete acaba se mostrando uma nave muito estável e o lançamento é perfeito.

 
Pelo rádio, o piloto do foguete e seu único tripulante, o novato Basílio Kerbamaral, explica aos engenheiros que a nave voa exatamente como uma baleia amarrada a quatro enormes foguetes, o que deixa todos muito satisfeitos pela escolha acertada do nome.


O Baleia I é também o foguete kerbrasileiro com o maior número de motores. O motor central, apesar de seguro e barato para seu tamanho, não era suficiente para erguer o peso da nave, mesmo após a ejeção dos quatro "boosters" do primeiro estágio, então decidiu-se acrescentar alguns pequenos e eficientes motores de 1m de diâmetro ao redor do principal.


O Baleia I ejeta seu primeiro estágio, os quatro enormes "boosters" de combustível líquido. Cada um desses foguetes pesa mais do que as primeiras naves lançadas pelo programa espacial kerbrasileiro.


O segundo estágio continua acelerando em direção ao espaço. Nesse ponto a nave se torna difícil de manobrar, e só permanece na trajetória graças ao sistema RCS de estabilização.


Já fora da atmosfera, as peças do casulo protetor gigante são ejetadas, e a fantástica carga do Baleia I é revelada: trata-se da Nave Kerbrasileira Interplanetária Hiperbólica, ou NKI Hiperbólica para os íntimos.


A Hiperbólica usará um motor nuclear experimental para ir e voltar a Duna. A fabulosa nave contém um enorme reservatório de combustível, duas estufas hidropônicas e um habitat toroidal com gravidade simulada capaz de receber seis tripulantes. Tem quase tudo o que a missão precisa, mas ainda faltam alguns elementos importantes, como por exemplo, o resto da tripulação. Por enquanto só o Basílio está a bordo, aguardando o envio do resto do pessoal e equipamento em uma órbita de 120 Km de altitude acima de Kerbin. A janela de lançamento para Duna se abre em 8 dias, então é melhor o pessoal se apressar!

2 comentários:

  1. shoooow haha, bem que vc tinha falado sobre duna...
    reparei que tu falou "baita" tu tbm eh gaúcho cara?

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