sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Desbravando Duna - Missão 001 (parte 11): Um pequeno interlúdio
Ano 2 - Dia 17
A hora de voltar para a Hiperbólica se aproxima, o que para os dois kerbonautas a bordo do Marrento I é uma coisa boa, já que eles ficaram meio enjoados do deserto vermelho de Duna depois de quatro dias. Em preparação para a viagem de volta, Teodorico veste o seu traje espacial e sai para reempacotar os paraquedas e fazer a inspeção do módulo de pouso.
Como é um trabalho braçal, sobrou para o Teodorico, já que o milionário Tony não apenas é o comandante da missão como também é quem financia toda a bagaça.
A última parte é uma checagem dos motores, pra ver se não ficaram entupidos com a areia vermelha local, que parece capaz de entrar em toda pare, inclusive dentro da cueca através do traje espacial selado.
Terminada a tarefa, Teodorico pode voltar para a sua caminha no interior do módulo e descansar até a partida, na manhã seguinte. Bom, como não tem mais nada de interessante acontecendo na missão em Duna, vamos dar uma olhada no que o pessoal anda aprontando no centro espacial.
A única novidade recente em Kerbin foi o presente que um filantropo local deu ao Juca Kerreira, pela sua atuação heróica durante a emergência com o Doninha I. Esse benfeitor, no caso, é um amigo de longa data do bilionário Hermann Kering, cuja vida foi salva por Juca, e resolveu presentear o piloto com uma relíquia da sua coleção: um autêntico Sabiá I.
Juca não perdeu tempo e já saiu pilotando o seu novo brinquedo. O Sabiá I é um avião de importância histórica, já que se trata da primeira aeronave de fabricação kerbrasileira. A única peça que não foi feita no Kerbrasil foi o motor.
Claro que não é um avião espacial. O teto do Sabiá I é de menos de 10 mil metros de altitude, e sua velocidade máxima também não é muito alta, mas o avião é fácil e gostoso de pilotar.
Como não havia lugar para guardar a peça de museu no centro espacial, o doutor Kerbraga sugeriu que Juca o deixasse em um dos hangares da pista de pouso da ilha próxima, que também pertence ao centro.
Assim, Juca aproveitou para usufruir de uma bela tarde de domingo sobre o oceano.
Pouco tempo depois, ele pousou suavemente na pista secundária do centro, e começou a taxiar o avião rumo a um hangar vazio.
Juca estacionou seu presente com todo o cuidado do mundo, e admirou as linhas suaves do antigo avião ao descer da cabine. Foi só aí que lhe ocorreu o pensamento: "como é que vou fazer para voltar para o centro espacial?"
Assinar:
Postar comentários (Atom)





.png)
.png)
.png)
.png)
.png)
.png)
.png)
Nenhum comentário:
Postar um comentário